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Concursos Públicos 2013 arrow Apostilas  arrow Arquivologia arrow Pref Sao Paulo-SP -Professor de Educacao Infantil arrow Conhecimentos Gerais-Prova 1 Pref Sao Paulo-SP - Professor de Educacao Infantil 2004

Conhecimentos Gerais-Prova 1 Pref Sao Paulo-SP - Professor de Educacao Infantil 2004

1 - ...Temos nossa história. Somos sujeitos. Fazemos parte de uma história, de um processo social ao longo do tempo. Aí nos descobrimos como professores, como categoria, não estática, mas histórica, em construção (..) construindo um perfil de professor.

Assistimos a um centralismo regulador e normatizador no atacado, das dimensões básicas determinantes da prática pedagógica, e uma descentralização administrativa do varejo. Esse estilo de gerir a Educação Básica condiciona o ser professor (a), condiciona seu ofício, limita sua liberdade pedagógica numa aparente autonomia administrativa. A comunidade escolar pode definir um projeto político pedagógico desde que não saia dos trilhos, das grades, das disciplinas, das cargas horárias, do número de alunos-turma, das aulas de 50 minutos, da condição de aulista, etc. Que liberdade pedagógica cabe nesses cercados, gradeados, normatizados?

Segundo Miguel Arroyo, a transgressão de formas de gestão tão centralizadas e normatizadas tem o sentido de um aprendizado: o aprendizado da

a) liberdade para poder ensinar a liberdade.
b) regra e da norma que constituem a organização escolar.
c) razão de se propor a ação educativa sem infringir as normas.
d) crítica às leis e normas para poder desenvolver a prática educativa.
e) inovação pedagógica que enriquece o projeto pedagógico na escola.

 

2 - Num filme norte-americano intitulado Uma escola muito louca, do diretor Steve Miner, um jovem branco de família rica resolve matricular-se numa importante universidade que reservava bolsas de estudo para negros e para isso toma um remédio para tomar-se negro, conseguindo assim o apoio financeiro. O remédio provocou o efeito desejado, sua pele tomou-se escura (..). Um dia, ao entrar no elevador, uma solitária senhora branca, percebendo a entrada do rapaz, tratou rapidamente de apertar a bolsa contra seu próprio corpo, num gesto visível de medo e insegurança. Igualmente inseguro ficou o rapaz, que não entendeu a atitude daquela senhora...

(Texto adaptado de Maria Aparecida S. Bento)

 

Segundo a autora, esta experiência exemplifica algo que merece ser melhor examinado, a saber:

a) relações raciais só podem ser trabalhadas diretamente com a pessoa envolvida.
b) toda pessoa já nasce geneticamente preta ou branca, não adianta mudar a cor.
c) definição do significado de ser negro, branco ou amarelo é de ordem pessoal.
d) quem define o significado de ser negro, branco ou amarelo é a sociedade.
e) diante de situações não compreendidas, o melhor é buscar ajuda de um psicólogo.

 

4 - A escola que nos foi legada pela sociedade ocidental moderna começou por separar adultos de crianças, católicos de protestantes. Ela também se fez diferente para os ricos e pobres e ela imediatamente separou os meninos das meninas.

Sobre a construção escolar das diferenças, Guacira Lopes Louro nos afirma que a escola

a) procura sempre trabalhar com respeito à diversidade.
b) produz diferenças, distinções, desigualdades.
c) já sabe lidar com as diferenças existentes entre os alunos.
d) organiza seu currículo a partir da diferença que ela mesma criou.
e) atualmente não é produtora de diferenças, mas trabalha a partir da diferença.

 

5 - Estudos sobre Escola e Violência evidenciaram que a problemática das diferentes manifestações da violência no cotidiano escolar é complexa e multidimensional.

Segundo Vera Maria Candau, os professores, em geral,

a) veem na indisciplina a principal causa da violência na escola.
b) controlam com facilidade as várias formas de violência na escola.
c) têm dificuldade de identificar formas de violência geradas pela própria escola.
d) reconhecem que a avaliação é a maior violência praticada contra os alunos na escola.
e) não percebem formas de violência presentes dentro da escola, apenas fora dela.

 

6 - Considere as indagações a seguir:

Avalia-se para aprovar e promover?

Avalia-se para favorecer processos de aprendizagem?

Avalia-se o desenvolvimento do aluno?

Para Jussara Hoffmann, essas polêmicas sobre avaliação fazem parte de uma excessiva preocupação, de educadores e leigos, em relação a questões de caráter buro- crático, como:

a) definição de conteúdos e metodologias.
b) a incorporação das experiências do aluno no currículo escolar.
c) demonstração que o professor sempre sabe mais que o aluno.
d) definição de critérios, registros finais e apresentação de resultados.
e) obtenção de novos conhecimentos e correção de conhecimentos errados.

 

7 - Paulo Freire afirma que a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele e, também, que a leitura da palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo mas por uma

a) leitura séria que exige disciplina nos estudos.
b) forma de tornar o educando um leitor atencioso.
c) forma consciente da importância de se tomar um leitor aplicado, para melhor entender o mundo.
d) concepção de leitura que exige uma experiência de vida primeiramente, para depois poder se dar a compreensão da palavra.
e) certa forma de "escrevê-lo" ou de "reescrevê-Io", quer dizer, de transformá-lo através de nossa prática consciente.

 

8 - Vários autores evidenciam a inevitável flexibilidade das fronteiras entre os dois campos de conhecimentos e práticas: o currículo e a formação do professor.

  AntônioFlávio Moreira afirma que o currículo só se materializa no ensino, no momento em que

a) os professores ensinam, a partir dos parâmetros curriculares nacionais.
b) os professores colocam em prática seu planejamento do início de curso.
c) alunos e professores vivenciam experiências nas quais constroem e reconstroem conhecimentos e saberes.
d) a proposta de conteúdos é colocada em prática e, posteriormente, avaliada.
e) os alunos são avaliados como pré-diagnóstico para o planejamento de trabalho do professor e preparação de material didático.

 

9 - Conhecer é captar e interpretar a realidade (...) se conhecer é captar e interpretar a realidade, nós podemos tanto captar errado como entender errado, o que significa que faz parte da ideia de conhecer duas outras noções. O conhecer correto/certo, ter a certeza e o erro fazem parte do processo de conhecimento, não existe processo de conhecimento sem incertezas e erros.

Segundo Mario Sergio Cortella, fazem parte do processo de conhecimento o

a) acerto e o erro.
b) método certo a ser ensinado.
c) trabalho do professor em escolher certo os conteúdos.
d) entender certo e a certeza do significado do conhecimento adquirido.
e) modo como o aluno abstrai o conhecimento e as dificuldades encontradas.

 

10 - Em todo outro existe o próximo - esse que não sou eu, esse que é diferente de mim, mas que posso compreender, ver, assimilar - e também o outro radical, (in)assimilável, incompreensível e inclusive impensável.

(Carlos Skliar)

 

Em uma sociedade norteadora por (pré)conceitos e exigências desumanizantes, o que prevalece é uma atitude egocêntrica em que a maior vítima é o OUTRO. E, esse outro, em nosso contexto, é o diferente que, em vista disso, sofre o preconceito, a exclusão e a discriminação.

(SME, Caderno Temático de Formação 01)

 

Os textos acima fazem referência ao significado da

a) diversidade.
b) alteridade.
c) uniformidade.
d) responsabilidade.
e) comunicabilidade.

 

11 - ... continuo pensando que para falar de mudanças na educação é necessário, primeiro, um profundo silêncio, uma longa espera, uma estética não tão pulcra, uma ética mais desalinhada (..) abandonar a homodidática para heterorrelacionar-se.

Segundo Carlos Skliar, para falar de mudanças na educação também é necessário

a) abrir mão de nossas ideias e aceitar as ideias do
b) querer ensinar o outro para que ele aprenda a conviver em grupo.
c) deixar-se vibrar pelo outro mais do que pretender multiculturalizá-lo.
d) educar o outro para que o processo de aprendizado possa acontecer.
e) utilizar a didática para ensinar ao outro o significado da verdadeira educação.

 

Atenção: As questões de números 12 e 13 referem-se ao texto abaixo.

Em muitos casos, a participação está vinculada apenas à execução de tarefas (limpar a escola, cortar grama, costurar e lavar cortinas, auxiliar de diferentes formas a festa) em horários e situações estratégicas estabelecidas pela Unidade Educacional.

Como é possível fazer parte sem tomar parte na elaboração do Projeto Político-Pedagógico, na constituição do
Conselho de Escola, do Grêmio Estudantil e demais conselhos/colegiados? As formas de participação que predominam nas instâncias de decisão revelam a concepção de currículos de que estamos tratando?

 

(SME, Revista Educação 05)

 

12 - A temática participação aqui considerada refere-se a como

a) os professores se relacionam com os pais em reuniões de conselhos de classe.
b) os diretores, equipe técnica e professores discutem a organização curricular.
c) a gestão democrática pode gerar projetos pedagógicos criativos e ousados.
d) são e estão sendo construídas as relações de poder dentro de cada instância do sistema público.
e) estão sendo construídos os currículos: com participação de professores junto à equipe técnica ou apenas pelos especialistas.

 

 

14 - O rio que fazia uma volta atrás de nossa casa era a imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrás de casa.

Passou um homem depois e disse: Essa volta que o rio faz por trás de sua casa se chama enseada. Não era mais a imagem de uma cobra de vidro que fazia uma volta atrás de casa.

Era uma enseada.

Acho que o nome empobreceu a imagem.

Trazendo a poesia como eixo para minha fala, estou tentando trazer o mundo das imagens para o centro da discussão. Estou trazendo para a mesa a experiência que envolve razão e emoção, onde o sujeito participa de corpo inteiro.

(SME - Caderno Temático de Formação 02)

Os textos acima fazem referência à

a) poesia como forma de recreação.
b) imagem como conteúdo de programa.
c) aprendizagem espontânea das crianças.
d) arte como um modo de ver e dizer de si e do mundo.
e) forma mais correta de apresentar aos alunos um novo conceito.

 

16 - Considere os desafios de uma escola.

Existência, no ensino fundamental, de elevado número de alunos com dificuldades no processo de construção da escrita e letramento, portanto, prejudicados em sua "leitura de mundo"..

II. Conflito existente entre sistema de ciclos e o trabalho pedagógico baseado na seriação.

III. A existência de uma concepção de avaliação classificatória e seletiva. (SME, Revista Educação 04)

Esses problemas a serem enfrentados, na verdade, são

a) questões advindas da falta de formação dos professores e de melhores salários.
b) resultado de ações que não foram adequadamente planejadas no início do ano.
c) dificuldades naturais de toda organização curricular.
d) diferentes faces de um desafio maior, que é a concretização de uma escola capaz de ensinar a todos, sem exclusões.
e) provocados por dificuldades administrativas e de gestão que organizam os processos de formação dos educadores.

 

18 - Para Luiz Carlos de Freitas, a forma de funcionamento da escola não é ingênua e nem sem propósitos definidos, pois apresenta uma maneira particular de organizar os

a) conteúdos e metodologias.
b) alunos que querem realmente estudar.
c) conteúdos curriculares de acordo com a clientela.
d) trabalho dos alunos segundo sua capacidade e interesse em estudar.
e) tempos e os espaços da escola, impondo um único ritmo de aprendizado a todos.

 

21 - Segundo dados do Relatório de Monitoramento Global 2002, da UNESCO:

Nos cinquenta anos decorridos desde que a Declaração Universal de Direitos Humanos estabeleceu a educação como direito fundamental para todos, muitos países alcançaram a meta de Educação Primária Universal, ou fizeram progressos significativos nessa direção. Alguns países demonstraram que isso é possível, a despeito de circunstancias econômicas difíceis...

No entanto,

a) mais de 100 milhões de crianças em todas as partes do mundo ainda são privadas do acesso à educação primária.
b) quase todas as crianças que estão fora da escola vivem em países desenvolvidos que investem adequadamente em educação.
c) os dados demonstram que a meta para a Educação Primária Universal é uma proposta possível apenas aos países desenvolvidos.
d) a década de 1990-99 indica que os investimentos em educação decresceram em relação às décadas de 70 e 80, diminuindo a oferta deste ensino em todas as partes do mundo.
e) o número de crianças fora das escolas demonstra que o direito à educação não pode ser visto como obrigação de governos.

 

23 - Em relação ao processo de ensino-aprendizagem das crianças e dos adolescentes, a Lei n° 8.069/90 (ECA), garante aos pais ou responsáveis dos alunos o direito de

a) escolha dos livros que serão adotados pela escola.
b) ter informações sobre os resultados do processo pedagógico de seus filhos.
c) ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.
d) participar da elaboração do projeto político-pedagógico em reuniões pedagógicas dos professores e diretores.
e) participar do processo de formação permanente dos professores para aprenderem a preparar um projeto pedagógico.

 

24 - Para que o acesso e a permanência ao Ensino Fundamental sejam direitos de todos, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, a Lei n° 8.069/90 (ECA) prevê

a) bolsa-escola aos alunos desempregados.
b) redução do horário de trabalho para que os alunos freqüentem a escola.
c) ensino de qualidade a todos, sem distinção de faixa etária, sexo ou cor.
d) oferta do ensino noturno regular, aos maiores de 15 anos de idade.
e) sistema diferenciado de avaliação, adequado às características cognitivas dessa clientela.

 

25 - Para que se possa trabalhar na direção de repensar "saberes fechados", incorporando outros saberes, o projeto político-pedagógico de uma escola pode encontrar respaldo legal na LDB (Lei n° 9.394/96) quando esta determina, para a organização curricular do ensino fundamental e ensino médio, uma base nacional

a) comum e uma parte diversificada exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.
b) e uma parte diversificada voltada aos estudos da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico, natural e social.
c) que compreenda os estudos de língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.
d) diversificada de acordo com a realidade da escola, atendendo ao princípio de "pluralismo de ideias e concepções pedagógicas".
e) comum voltada ao estudo da língua portuguesa e da matemática e uma parte diversificada, voltada ao conhecimento do mundo físico, natural e da realidade brasileira.

 

26 - Quanto à organização curricular na Educação Básica, a LDB (Lei n° 9.394/96) determina que

a) o ensino da arte constituirá componente curricular
b) o ensino de língua estrangeira será componente curricular opcional da escola.
c) a educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, será ministrada por professor polivalente.
d) o ensino de história e geografia constituirá a parte diversificada do currículo, com o objetivo de atender a realidade social e política da região da escola.
e) a escolha de conteúdos para a população rural deverá seguir o currículo mínimo previsto na base nacional comum definida na lei.

 

27 - Os sistemas de ensino devem constituir e fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva. (parágrafo único, art.3°)

Nos termos da Resolução CNE/CEB n° 02/2001, por educação especial, modalidade da educação escolar, entende-se um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais,

a) e não tenham recursos para pagar um atendimento especializado.
b) optando-se, sempre que possível, pela terminalidade específica do ensino fundamental.
c) excluídas as altas habilidades/superdotação, pela sua grande facilidade de aprendizagem.
d) em todas as etapas e modalidades da educação básica.
e) através de professores especializados em educação

 

28 - Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, toma-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.

O conteúdo programático (..) incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.

A Lei n° 10.639/2003 determina que os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de

a) História Brasileira, Literatura e Filosofia.
b) Educação Artística, Literatura e História Brasileira.
c) História Brasileira, Geografia Brasileira e Filosofia.
d) Educação Artística, Brasileira.
e) História Brasileira, Portuguesa.

 

29 - Considere as afirmações abaixo.

I. A educação que estamos construindo almeja o desenvolvimento da auto-estima dos educandos, contribuindo para que se construa sua autoconfiança, sua afetividade e referenciais éticos orientadores da sua práxis.

II. A experiência educacional deve tomar as diferenças culturais, físicas, étnicas e de gênero como elementos enriquecedores das relações nas escolas e da vida em sociedade.

III. ...temos verificado orientações segundo às quais currículos e processos avaliativos se estabelecem a partir de referenciais externos aos alunos (..) O estabelecimento de parâmetros para os currículos nacionais, hoje orientadores da elaboração dos livros didáticos, tem se constituído em referencial para o Sistema de Avaliação Nacional (SAEB), de forma exterior ao processo do aluno e da unidade educacional, proporcionando inúmeras situações paradoxais e contraditórias...

As informações I, II e I I I contém elementos de análise sobre uma das diretrizes norteadoras da ação da educação da Prefeitura do Município de São Paulo, a saber:

a) Qualidade Social da Educação.
b) Qualidade Total da Educação.
c) Uma Escola para Todos.
d) Escola Plural.
e) Escola Cidadã.

 

Gabarito desta Prova


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